Sérgio Kehdy
O uso do poder no dia a dia das pessoas.
Aspectos da arrogância e da onipotência.
O narcisismo de uso diário.
Necessidade arcaica de ser importante.
“Não há direito de punir. Há apenas poder de punir”
Clarice Lispector
A escolha desse tema foi em função de um encontro sobre o pensamento de Winnicott do qual participei. O tema era “Poder e Sofrimento”, e a primeira coisa que me veio à mente foi a questão do objeto subjetivo.
Perguntei-me: por que as pessoas precisam de poder e não abrem mão dele? Isso me intrigou e passei a colecionar situações interessantes de uso do poder no dia a dia.
Fui gostando da ideia e comecei a refletir sobre o assunto. Percebi também que esse exercício do poder no dia a dia é causa de muito sofrimento, tanto para as pessoas que recebem as ordens quanto, muitas vezes também, para os que dão as ordens.
Depois, passei a notar como as pessoas buscam o poder. Para isso, bastou apenas observar uma manhã na academia de ginástica.
Pensei nas doenças e no envelhecimento que trazem a perda do poder e que podem ser causas de grande sofrimento psíquico. Fiquei meio perdido porque o número de situações nas quais o poder nosso de cada dia acontece de forma clara é muito grande. Em todas as relações observadas, o poder está presente. No trabalho, nas escolas e nas relações com aqueles que são supervisionados e alunos são as situações mais óbvias. Em casa, com os filhos e com as secretárias, nas relações amorosas e nos relatos dos pacientes também é possível verificar a sua presença.
Deixo de lado o poder nosso no setting analítico, pois quero falar da vida e não de aspectos da relação psicanalítica. Para evitar problemas e constrangimentos para todos, deixo de lado, também, o uso do Poder nosso de cada dia nas instituições psicanalíticas.
Faço, aqui, alguns relatos ilustrativos. O primeiro, representando as relações de trabalho. Meu professor da academia, formado em Educação Física, e que leva a sério o que faz, me relatou aborrecido, de forma queixosa, sobre o dono da academia onde trabalha, que o interrompeu durante uma aula para mandá-lo fazer algo que nada tinha a ver com a função para a qual foi contratado. É possível considerar essa atitude como desrespeito absoluto com o profissional. A impressão é a de que o professor é “meu funcionário”, portanto, “criado por mim” e, não é, preciso vê-lo com uma existência própria.
A segunda ilustração diz respeito a uma paciente que discute com a filha, que queria ter um gato, e ela resolve a questão com a seguinte frase tão pouco original e comum: “enquanto estiver na minha casa, mando eu. Não teremos gato. Quando tiver a sua casa, faça como desejar”. Essa fala tão simples é arrasadora. Acaba com o direito da filha. Sua casa, onde vive e tem seus pertences, não é sua. A onipotência domina. Eu fiz e criei, então não pode ter vida própria.
Já nas relações amorosas é impressionante como aparece esse poder. Uma paciente, que se relacionava com um homem a quem idealizava muito e com quem viveu uma grande paixão, com promessas de que ficariam juntos, passou a achá-lo estranho e com atitudes inusitadas, e me relatou o seguinte caso. Ela o tinha quando ele decidia que sim. Quando ele a desejava, ligava carinhoso e ia ao encontro dela completamente apaixonado. Do contrário, quando era ela quem ligava ou mandava uma mensagem mostrando o desejo de vê-lo, ele a maltratava e falava coisas horríveis. O que mais a impressionava era que ele não tinha a menor crítica do absurdo de suas atitudes e a culpava por tudo, inclusive, a desmerecia, deixando-a muito mal. Passados poucos dias, ele ligava para ela apaixonado e tudo acontecia novamente.
Em uma reunião com residentes, um jovem brilhante fez um comentário contrário ao do professor, que respondeu, dizendo que o aluno era muito jovem para contradizer a experiência dele. Lembro-me sempre do Prof. Perestrello e aproveito para homenageá-lo. Ele dizia que usar a experiência em si é falta total de argumento. É o uso do poder nosso de cada dia. “A experiência é o nome que damos aos nossos erros”, essa frase é retirada da internet e atribuída a Oscar Wilde, também colocada como um provérbio da sabedoria do Talmud. O uso da experiência como poder é uma forma de calar o outro e encerrar questão.
Outro fato que merece ser mencionado é o poder intelectual usado para destruir e arrasar os outros, o que vemos na mídia com frequência.
Depois do interesse no assunto, passei a ver, todos os dias, exemplos do exercício do poder, o que normalmente não percebemos nem nos damos conta, exceto quando são marcantes demais.
Não vou abordar nem as feridas nem o narcisismo das pessoas que recebem as ordens do poder alheio. Quero estudar e discutir o Poder Nosso de Cada Dia do ponto de vista da necessidade das pessoas, diria que, talvez da maioria, de exercerem o poder no diariamente.
Pequenas reflexões teóricas
Poder em seu sentido mais amplo é simplesmente a produção de efeitos causais e seu uso intencional de um agente para afetar a conduta de outros. (SCOTT, 2006, p. 161-163). No mesmo texto, o autor define as duas formas elementares de poder; influência corretiva e influência persuasiva. Como os próprios nomes indicam, a primeira é o uso da força e das punições; a segunda, da manipulação (sedução), significação e legitimação.
Segundo Scott, (2006) essas formas de poder são encontradas nos atos da vida cotidiana e de poder interpessoal, ao qual estou chamando de poder nosso de cada dia. Ele cita, para completar, que “estruturas das famílias e unidades domésticas, assim como a esfera privada da intimidade e da sexualidade, são contextos nos quais o poder interpessoal é aperfeiçoado e exercido, dando ao poder as mais variadas formas”. (p. 163)
No famoso curso de Ética, realizado no Rio de Janeiro pela Secretaria Municipal de Cultura em 1991, Antônio Candido apresentou um trabalho chamado “A culpa dos Reis: Mando e Transgressão em Ricardo II” (CANDIDO, 1993, p. 89), por meio do qual de forma simples e esquemática diz que “a estrutura do mando pressupõe três elementos: um princípio geral que o justifica; uma função que o encarna; uma pessoa que o exerce.” Então, podemos dizer que exercer o poder quando se é investido de uma função tem todo sentido, mas a coisa complica pelo terceiro elemento, ou seja, a pessoa que o exerce. Assim, a pessoa que exerce o poder nosso de cada dia é o objeto de minhas reflexões.
Farei apenas menção à intolerância que, de um modo geral, acompanha o poder nosso de cada dia. A polaridade existente entre o mesmo (igual) e o outro. Aos mesmos, o respeito e aos outros, nada. Se o mesmo se torna outro, deixo de apreciá-lo. O poder se impõe.
O primeiro conceito psicanalítico que me ocorre é o do Narcisismo das Pequenas Diferenças, tão conhecido de todos. A principal característica é que se trata de algo que aparece diante dos nossos semelhantes, em que existem apenas pequenas diferenças. É o máximo de nosso dia a dia. Tentei rastrear as vezes que Freud fala do assunto, mas confesso que consultando o Dicionário Internacional de Psicanálise, orientado por Alain Mijolla (2002), me deparei com o verbete escrito pelo próprio, que fez todo esse trabalho para mim, além de definir com precisão, evoca Crawley (citado mais de uma vez por Freud), que descreve o “tabu do isolamento”, em que mostra que é precisamente as pequenas diferenças entre indivíduos, que, quanto ao resto são semelhantes, que formam a base dos sentimentos de estranheza e hostilidade entre eles. Mijolla coloca que fica tentador acreditar que as tendências hostis são as que prevalecem, pois sempre ganham das tendências à solidariedade.
É no Mal-Estar da Civilização que Freud dá uma ênfase maior no conceito, colocando como necessidade do ser humano manter de fora dos vínculos amorosos algumas pessoas para receberem as cargas de agressividade. Citando Freud (1930, p. 80-81),
sempre é possível ligar um grande número de pessoas pelo amor, desde que restem outras para que se exteriorize a agressividade. Certa vez discuti o fenômeno de justamente comunidades vizinhas, e também próximas em outros aspectos, andarem as turras e zombarem umas das outras, como os espanhóis e portugueses… etc. Dei a isso o nome de narcisismo das pequenas diferenças, que não chega a contribuir muito para seu esclarecimento. Percebe-se nele uma cômoda e relativamente inócua satisfação da agressividade, através da qual é facilitada a coesão entre os membros da comunidade.
A importância de se criar pequenas diferenças para poder unir e estreitar os laços de mesmos e outros são bem descritos por Héritier (1998, p. 24-27), que nos mostra como não é possível pensar o Eu (mesmos) sem colocar simultaneamente a existência do Outro (outros), além de fazer relato, em seu texto, do trajeto histórico antropológico da evolução do matar os outros até a tolerância forçada com o diferente.
Tudo que foi dito deixa claro o que Ricoeur (1998, p. 20-23) afirmou sobre a intolerância, que “tem sua origem em uma predisposição comum a todos os homens, a de impor suas crenças, desde que disponham, ao mesmo tempo, do poder de impor e da crença na legitimidade desse poder”.
O que foi dito até agora comprova a necessidade do poder e de como as pessoas vão atrás desse exercício no dia a dia, como falei e ilustrei. Quais os mecanismos metapsicológicos que levam as pessoas a precisarem do poder nosso de cada dia ou de buscarem tanto a fantasia de poder e de força?
Do esquema descrito sobre a estrutura do poder, focalizaremos a pessoa que o exerce. O livro de Victor Manoel Andrade (2014) é uma obra de fôlego e um verdadeiro tratado sobre narcisismo. Coloco-o como uma das principais e originais publicações psicanalíticas recentes. Ele apresenta toda uma ideia própria e uma articulação original para explicar o desenvolvimento narcísico além de servir de compreensão metapsicológica de teorias modernas, como as de Winnicott e outros. Vamos ao que ele diz sobre poder (ANDRADE, 2014, p. 133-141) após uma introdução do desenvolvimento narcísico. Sua premissa é a de que todo desenvolvimento narcísico é função do objeto mantenedor da vida e da onipotência. Ele recorre a Freud para mostrar que depois da angústia própria do nascimento, o que mais conta é a angústia de separação do objeto, a qual vai desdobrar no futuro em ansiedade pela perda de amor. Então, o ter e o manter o objeto por perto funciona como salvaguarda do sentimento onipotente do narcisismo primário, o que é conseguido através de identificações, não há ideia de que o objeto não pertença ao bebê. Citando:
O desejo de possuir o objeto está ligado ao esforço para manter a onipotência primária. A noção de que existe um objeto no mundo exterior, e que é o verdadeiro detentor da onipotência sentida anteriormente de maneira ilusória pelo sujeito, faz surgir o desejo de apropriar-se dele, sentir-se dono dele ou de algo que o simbolize, como uma forma de compartilhar seu poder idealizado. (ANDRADE, 2014, p.137)
Segundo o autor, essa seria a maneira de descrever metapsicologicamente o impulso para o poder, a vontade de poder, “uma espécie de garantia de sobrevivência mediante o apoderamento do objeto garantidor da vida.” (ANDRADE, 2014, p. 138)
Então, quando isso ocorre, normalmente, o objeto (mãe) provê as necessidades do bebê, ele pode abrir mão de possuir o objeto, abrir mão de tê-lo para ser semelhante, formando a rede das relações sociais. Quando isso não acontece, quando o objeto não executa a função materna de maneira adequada, as etapas do desenvolvimento não serão ultrapassadas de maneira adequada, o “objeto continuará como posse”. Não ocorreu de maneira adequada a passagem do narcisismo primário para o narcisismo secundário, ponto nodal para o desenvolvimento narcísico. A importância dessa passagem é determinante para a harmonia que o sujeito possivelmente viverá.
No narcisismo primário, a dependência do objeto é total, mas não se tem, a princípio, noção disso. À medida que o desenvolvimento ocorre, o objeto começa a ser internalizado e isso faz com que a onipotência continue a ser alimentada, contudo, com a presença do objeto, isso torna o narcisismo completamente diferente. Ambos, tanto o primário como o secundário, visam ao movimento centrípeto da libido para preservar a vida. “Se no narcisismo primário a onipotência se justifica porque o bebê é incapaz de perceber um objeto, na fase de narcisismo secundário ela não é justificável, tendo em vista que qualquer poder do indivíduo depende inescapavelmente de um objeto.” (ANDRADE, 2014, p. 138-139). O narcisismo secundário permite a percepção do direito do objeto. Um poder exagerado que negue essa possibilidade provoca danos aos direitos dos objetos.
Para Andrade (2014, p.139), isso representa predomínio do narcisismo primário.
Poder é na verdade poder viver, e viver implica em conviver; por isso, o poder de um indivíduo adulto com ego normal implica viver em igualdade de condições com outras pessoas que têm também o direito de ter poder, na medida em que este significa capacitação para a vida.
Esses argumentos teóricos correspondem ao que Winnicott (1953; 1969) chamou de objeto subjetivo. Tudo começa com a mãe suficientemente boa e que permite ao bebê a experiência de onipotência. Essa experiência é de fundamental importância porque, em resumo, o bebê não tem qualquer ideia da separação eu —não eu e tudo é criado por ele. Se tudo corre bem, o objeto objetivo real vai sendo apresentado ao bebê, através do uso dos objetos transicionais tão bem conhecidos de todos. Aos poucos, o uso do objeto subjetivo se transforma em criatividade, uma coisa prazerosa e um dos motivos fundamentais do viver pleno; algo que existe e ao mesmo tempo é criado por mim, um dos paradoxos da existência humana. O que é preciso enfatizar é a capacidade de o sujeito diferenciar o interno do externo. Essa é a maturidade. O objeto subjetivo não se transformando vai determinar uma impossibilidade de ver o outro, de respeitar o outro como alguém com vida própria, vai impedir o uso do objeto (WINNICOTT, 1969). Só posso fazer as coisas serem como elas são, se perceber que não são criações minhas, existem por si e assim não preciso brigar com elas como se fossem “por minha causa que elas existem” assim vivendo esgoto o que pode ter de bom e não aproveito nada, não a utilizo para o meu bem.
Todo o poder nosso de cada dia me parece estar localizado aí. As pessoas sofrem nostalgia da perda de onipotência e precisam exercitar os restos de não evolução desse período do desenvolvimento.
Poderia desenvolver mais conceitos teóricos, mas para os meus objetivos, essas reflexões são suficientes.
Apenas quero fazer uma pequena observação de que Winnicott dá uma nova interpretação ao conceito de posições de Melanie Klein. Um exemplo vivo de criatividade. Nos encontros winnicottianos isso é pouco falado, mas a semelhança do uso de um objeto com a saída da posição esquizo paranoide me parece muito evidente, o que é diferente são as premissas básicas do ódio original e da inveja primária.
Volta ao Poder Nosso de Cada Dia
Tentarei fazer de forma rápida uma articulação de alguns dos exemplos apresentados com as teorias descritas. Quanto ao primeiro exemplo do rapaz da academia, podemos afirmar que o mandante não conseguiu fazer a passagem do narcisismo primário para o secundário. Ele não foi capaz de perceber que o objeto exterior tem vida e tem poder também, inclusive, se fosse embora naquele momento, o dono ficaria em situação difícil. Assim, o dono da academia não foi capaz de conviver. Outra visão possível é a vivência do objeto subjetivo, “é meu funcionário, uma criação minha e só pode fazer o que eu desejo”. Vejam como Andrade (2014), explica metapsicologicamente o objeto subjetivo: a impossibilidade da passagem do narcisismo primário para o secundário em função da falha materna, que faz com que ocorra uma volta em busca de onipotência para evitar o desastre.
Quanto aos demais exemplos, vou parar no da relação amorosa. O homem descrito não aceita a companheira como um ser que existe. Quando ela manifesta qualquer desejo, mostra para ele que ela existe através do desejo de tê-lo. Criando uma imagem absurda, é como se ele tivesse “agenesia de narcisismo secundário”, ou seja, a impossibilidade de alguém existir além dele.
Farei uma pequena menção ao poder do analista nas supervisões, a título de reflexão e de estímulo para as discussões. Lavie (1996, p. 33-34) nos mostra com precisão a questão do poder de um supervisor:
depois de alguém apresentar um caso aos seus colegas ou terceiros, raramente falta alguém para pensar, e, pior ainda, para expor a todos como ele vê o caso, do qual só ouviu falar por aquele a quem nega a correta compreensão. Pode-se discordar da opção adotada por aquele que expõe, a ponto de querer explicitá-la, por que não? Mas como dar uma opinião baseando-se na suposta incompreensão de sua descrição? E a partir de qual ponto de vista? Um caso só tem existência psicanalítica a partir da compreensão que dele temos, e pelo papel que supomos ter nessa compreensão.
Para terminar, contarei um momento vivido na academia, onde vou por prescrição médica e com personal por ela indicada. A visão das pessoas se olhando nos espelhos e fazendo força para levantar pesos, a expressão de sofrimento e o poder que demonstram. Faço a fantasia de que são momentos de busca de onipotência, “estou ‘criando’ um novo objeto forte e potente. Há dois jovens fortes e musculosos, que me tratam muito bem, aos quais certa vez me dirigi e disse-lhes: “é… vocês são fortes e perfeitos nos exercícios”. Um olhou para o outro e disse: “quando eu crescer quero ser você, que é o melhor”. Eu não resisti e disse: “quando eu ‘voltar’, quero ser qualquer um dos dois”. Alívio senti por perceber que não preciso mais de tanto poder.
Nova Lima, 22 de outubro de 2017.
Referências
ANDRADE, V. M (2014). O narcisismo e o mal estar na civilização. Rio de Janeiro: Imago, 2014.
CANDIDO, A.(1991). A culpa dos reis: mando e transgressão no “Ricardo II”. In: Ética. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.
FREUD, S. (1930). O mal estar na civilização. Tradução Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
HÉRITIER. F (1998). O eu, o outro e a intolerância. In: AHLMARK, P. et al. Academia Internacional das Culturas. A intolerância. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000.
LAVIE, Jean-Claude (1996). O amor só se autoriza por si mesmo. In: O amor é o crime perfeito. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
MIJOLLA, A. (2002). Narcisismo das pequenas diferenças. In Dicionário Internacional da Psicanálise. Rio de Janeiro: Imago Editora, 2005.
RICOEUR, Paul (1998). Etapa atual do pensamento sobre a intolerância. In: AHLMARK, P. et al. Academia Internacional das Culturas. A Intolerância. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000.
SCOTT, J. Poder (2006). In: SCOTT, J. Sociologia:conceitos-chaves. Rio de Janeiro: Zahar, 2010.
WINNICOTT, D. W (1953). Objetos transicionais e Fenômenos transicionais. In: _______ O brincar e a realidade. Rio de Janeiro: Imago, 1975.
WINNICOTT. D.W (1969). O uso de um objeto e Relacionamento através de identificações. In: ______O brincar e a realidade. Imago, Rio de Janeiro (1975).
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